domingo, 6 de março de 2011

CRITICA DO FILME: Patch Adams: O AMOR É CONTAGIOSO POR ZAQUEU COSTA


CRITICA DO FILME, PATCH ADAMS O AMOR É CONTAGIOSO



Nesse filme percebe-se que não só a ciência, mais também o amor podem salvar vidas, Robin Willians soube passar corretamente o que não é perder a confiança em si mesmo. A um, bom tempo assisti ao filme Patch Adams, O Amor é Contagioso. E sinceramente fiquei surpreso com os dialagos e interpretações do filme. Diante do mundo de hoje, em que quando se fala em medicina so se pensa no lucro que esse oficio pode proporcionar e se esquece que por traz do lucro e possível fama na carreira há vidas em jogo. Nesse filme percebe-se que não só a ciência, mais também o amor e a atenção podem salvar vidas! O erro que percebi, é que o filme não é uma comedia, e sim um verdadeiro drama. Gostei muito da forma com que o personagem se dedica aos pacientes e a maneira com que Robin Willins se doou a Patch. O filme é encantador uns dos melhores que já assistir, Willians está maravilhoso como sempre! Ele não é apenas uma revolução no meio medico mais nos leva a refletir sobre nossa razão de viver e o quanto nossa vida é preciosa, o filme é de uma sensibilidade imensa, talvez quem já tenha alguém querido em uma situação tão ruim como a dos doentes podem entender como esse trabalho seria importante em nossos hospitais e clinicas. Nesse filme podemos perceber que somente através de amor e alegria se constrói vidas. Fiquei muito comovido com o filme, se todos os profissionais tivessem do amor que Patch tinha em sua profissão teríamos um mundo melhor. Esse filme é uma verdadeira lição de vida, historia fascinante que contagia quem assiste; uma mensagem lindíssima de solidariedade, afeto e preocupação com o próximo, ele retrata que podemos curar certas doenças sendo felizes. 

ALUNO: ZAQUEU COSTA
3º ANO TEOLOGIA, FABAVALE

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